Espécies de Peixes Permitidos para Captura e Transporte no Brasil em 2026
📋 Índice do conteúdo
- Por que entender as regras antes de pescar
- O marco legal da pesca no Brasil
- Licença de pesca: quem precisa e como obter
- Cotas de captura e transporte
- Espécies nativas mais pescadas e suas regras
- Espécies exóticas: quando são permitidas
- Espécies proibidas e ameaçadas
- Piracema: o período mais crítico do ano
- Regras específicas por região
- Regras de transporte do pescado
- Infrações e punições
- Perguntas frequentes
- Conclusão
O Brasil é um dos países com maior biodiversidade aquática do mundo — mais de 3.000 espécies de peixes catalogadas só na Bacia Amazônica, além de centenas de espécies marinhas ao longo dos 7.500 km de costa atlântica. É também um dos países onde a legislação pesqueira é mais rigorosa e regionalizada, o que gera dúvidas frequentes entre pescadores amadores, esportivos e iniciantes.
Saber quais espécies podem ser capturadas, quais têm tamanho mínimo, qual é a cota de transporte e quando o defeso proíbe a pesca não é apenas uma questão legal — é respeito pela natureza e pelo futuro do esporte. Pescar fora das regras é crime ambiental com pena de detenção de 1 a 3 anos, além de multas que podem chegar a dezenas de milhares de reais.
As regulamentações de pesca no Brasil variam por estado, bacia hidrográfica e espécie, e são atualizadas frequentemente. Use este conteúdo como ponto de partida e sempre consulte o IBAMA (ibama.gov.br) e o órgão ambiental do seu estado antes de pescar.
⚖️ O marco legal da pesca no Brasil
A pesca no Brasil é regulamentada por uma série de leis federais, portarias do IBAMA e normas estaduais. Conhecê-las é o primeiro passo para pescar dentro da lei. Veja as principais:
É a principal lei que regula a pesca no Brasil. Define as modalidades de pesca (profissional, amadora, esportiva e de subsistência), estabelece as categorias de pescador e determina que a pesca amadora tem finalidade de lazer ou recreação, sendo proibida a comercialização do pescado capturado.
Define como crime ambiental a pesca mediante uso de explosivos, venenos ou outros métodos proibidos, bem como pescar em período ou local vedado, capturar espécies proibidas ou quantidade superior à permitida. A pena é de detenção de 1 a 3 anos ou multa, podendo ser aplicadas cumulativamente.
Estabelece as normas gerais para a pesca amadora no Brasil, definindo categorias (desembarcada, embarcada e subaquática), petrechos permitidos, cotas de captura e obrigações do pescador amador. É o principal documento de referência para quem pesca por lazer.
Regulamenta a pesca amadora e esportiva, reforçando as cotas de captura e transporte: 10 kg + 1 exemplar em águas continentais e estuarinas; 15 kg + 1 exemplar em águas marinhas. Define também que a pesca esportiva exige pesque-e-solte obrigatório.
Publicada em março de 2026, estabelece regras para o controle de espécies exóticas invasoras marinhas (como o peixe-leão), incentivando sua captura e abate inclusive nos períodos de defeso. Representa uma mudança importante na política de manejo de espécies exóticas no litoral brasileiro.
A pesca no Brasil tem regulamentação em dois níveis: federal (IBAMA e Ministério da Pesca e Aquicultura) e estadual (órgãos como IMASUL/MS, IEF/MG, IPAAM/AM, Instituto de Pesca/SP). As normas estaduais podem ser mais restritivas que as federais — e prevalece sempre a norma mais restritiva.
🪪 Licença de pesca: quem precisa e como obter
A Licença de Pesca Amadora é obrigatória para quem deseja pescar no Brasil — com algumas exceções importantes.
Categorias de licença
| Categoria | Descrição | Valor (2026) |
|---|---|---|
| Categoria A | Pesca desembarcada (sem embarcação) | R$ 20,00/ano |
| Categoria B | Pesca embarcada (com embarcação) | R$ 60,00/ano |
| Categoria C | Pesca subaquática | R$ 60,00/ano |
| Permanente | Aposentados e maiores de 65 anos (homens) / 60 anos (mulheres) | Gratuita |
| Especial | Menores de 18 anos (sem direito a cota sem pagamento) | Taxa reduzida |
Quem está dispensado da licença
- ✅Aposentados (independente da idade)
- ✅Homens com 65 anos ou mais / Mulheres com 60 anos ou mais
- ✅Pescadores que usam apenas linha de mão ou vara, linha e anzol — desembarcados e individualmente
- ✅Indígenas em suas terras tradicionais
- ✅Menores de 18 anos — mas sem direito à cota de captura e transporte sem pagar a taxa
A Licença de Pesca Amadora pode ser emitida pelo site do IBAMA (ibama.gov.br), pelo aplicativo IBAMA ou em qualquer unidade presencial do órgão. Alguns estados têm sistemas próprios — como o MS Digital (Mato Grosso do Sul) e o sistema IEF (Minas Gerais). Sempre carregue a licença durante a pesca — física ou no celular.
⚖️ Cotas de captura e transporte
A cota é o limite máximo de pescado que um pescador amador pode capturar e transportar. Ela existe para evitar a pesca predatória e garantir a sustentabilidade dos estoques.
| Tipo de água | Cota federal | Observação |
|---|---|---|
| Continental e estuarina | 10 kg + 1 exemplar | Rios, lagos, represas, estuários |
| Marinha | 15 kg + 1 exemplar | Mar aberto e costa atlântica |
| Pesca esportiva | Zero — pesque-e-solte | Proibido transportar qualquer exemplar |
A cota federal de 10 kg é o limite máximo — os estados podem (e frequentemente fazem) estabelecer cotas menores. Em Mato Grosso do Sul, por exemplo, a cota para espécies nativas é de apenas 1 exemplar + 5 piranhas por pescador por dia. Sempre consulte as normas estaduais antes de pescar.
🐟 Espécies nativas mais pescadas e suas regras
As espécies nativas são as que ocorrem naturalmente nos rios e mares brasileiros. A maioria pode ser pescada fora do período de defeso, respeitando tamanho mínimo e cota. Veja as mais comuns:
Tucunaré
Um dos favoritos da pesca esportiva brasileira. Encontrado em todo o Norte e Nordeste, com grande concentração no Rio Negro e açudes nordestinos.
📏 Tamanho mínimo: 25 cm (varia por estado)✔ Geralmente liberado
Pintado / Surubim
Rei da pesca no Pantanal e bacia do Paraná. Um dos maiores bagres do Brasil, muito apreciado pelo sabor e pelo desafio da captura.
📏 Tamanho mínimo: 80 cm⚠️ Sujeito a defeso e cota mínima
Dourado
Considerado o “rei dos rios” pela agressividade e beleza. Alvo preferido dos pescadores esportivos no Paraná, Miranda e Paraguai.
📏 Tamanho mínimo: 55–60 cm🚫 Proibido em MS (Lei estadual 5.321/2019)
Pacu / Pacu-Caranha
Muito popular nas represas paulistas e no Pantanal. Excelente combate e sabor reconhecido pelos pescadores.
📏 Tamanho mínimo: 40 cm⚠️ Sujeito a defeso
Tambaqui
Um dos maiores peixes de escama da Amazônia. Muito apreciado na culinária regional. O defeso é um dos mais longos: outubro a março no Amazonas.
📏 Tamanho mínimo: 55 cm⚠️ Defeso longo — verificar período
Piranha
Presente em rios de todo o Brasil. Em Mato Grosso do Sul, a cota específica é de 5 exemplares por pescador, independente da cota geral de nativas.
📏 Tamanho mínimo: varia por espécie✔ Liberada fora do defeso
Robalo
Muito apreciado na pesca costeira e estuarina. Encontrado em estuários, rios e mar ao longo de todo o litoral brasileiro.
📏 Tamanho mínimo: 40 cm⚠️ Verificar normas estaduais costeiras
Traíra
Peixe agressivo e resistente, encontrado em praticamente todos os ambientes aquáticos brasileiros. Muito usado como isca viva.
📏 Tamanho mínimo: varia por região✔ Geralmente liberada
Leia também no CompraExpert:
Melhores Iscas Artificiais para Tucunaré em 2026: Top 10 Testadas e Comparadas →O tamanho do peixe é medido da ponta do focinho até a extremidade da nadadeira caudal (rabo), com o peixe esticado naturalmente. Peixes abaixo do tamanho mínimo devem ser devolvidos imediatamente ao ambiente aquático, com o mínimo de manuseio possível. Transportar peixe abaixo do tamanho mínimo é crime ambiental.
🌍 Espécies exóticas: quando são permitidas
Espécies exóticas são aquelas que não ocorrem naturalmente no ambiente onde foram introduzidas — geralmente trazidas de outros países ou outras bacias hidrográficas brasileiras. No contexto da pesca, elas têm um papel importante e contraditório: por um lado causam impacto ambiental; por outro, sua captura é incentivada exatamente para controlar suas populações.
Principais espécies exóticas e suas regras
| Espécie | Origem | Captura durante defeso | Cota |
|---|---|---|---|
| Tilápia | África | ✔ Permitida | Sem restrição de cota |
| Carpa (várias espécies) | Ásia/Europa | ✔ Permitida | Sem restrição de cota |
| Black-bass | América do Norte | ✔ Permitida | Sem restrição em muitos estados |
| Bagre-africano | África | ✔ Permitida | Sem restrição de cota |
| Peixe-leão | Indo-Pacífico | ✔ Incentivada (IN 10/2026) | Sem restrição — captura incentivada |
| Truta arco-íris | América do Norte | ⚠️ Varia por estado | Verificar normas locais |
Durante o período de defeso, quando a pesca de espécies nativas está proibida, as espécies exóticas são a única alternativa legal para quem quer pescar. Tilápia, carpa e black-bass podem ser capturadas sem restrição de quantidade na maioria dos estados brasileiros durante a piracema — tornando-se o alvo principal dos pescadores nesse período.
Leia também no CompraExpert:
Melhores Molinetes Custo-Benefício em 2026: Modelos Comparados e Avaliados →🚫 Espécies proibidas e ameaçadas
Algumas espécies estão completamente proibidas de serem capturadas, transportadas ou comercializadas em qualquer período do ano — independente de defeso. São espécies ameaçadas de extinção ou com populações em declínio crítico.
A captura, transporte, beneficiamento ou comercialização de espécies ameaçadas de extinção configura crime ambiental com pena de 1 a 3 anos de detenção, além de multa. Em caso de flagrante, o equipamento de pesca pode ser apreendido.
Exemplos de espécies com restrição total ou grave
- 🚫Dourado (Mato Grosso do Sul): proibido por lei estadual (Lei nº 5.321/2019) pelo prazo de 5 anos para captura, embarque, transporte, comercialização e industrialização.
- 🚫Pirarucu (Arapaima gigas): proibido em boa parte da Amazônia, salvo em áreas de manejo comunitário devidamente autorizadas pelo IBAMA.
- 🚫Jaú (Zungaro zungaro): tamanho mínimo de 80 cm na maioria das bacias e sujeito a restrições em diversas legislações estaduais.
- 🚫Espécies da Portaria MMA nº 445/2014: lista com 475 espécies de peixes ameaçados de extinção — parcialmente atualizada por normas posteriores. Consulte sempre a lista atualizada no IBAMA.
- 🚫Tubarões protegidos: diversas espécies como o tubarão-martelo e o tubarão-baleia têm captura proibida ou altamente restrita pela legislação federal.
- 🚫Espécies em bacia do Rio Doce (MG): após o desastre de Mariana (2015), a pesca de espécies autóctones (nativas da bacia) está proibida por portaria do IEF/MG.
🌊 Piracema: o período mais crítico do ano
A piracema é o período de reprodução dos peixes de água doce — quando os cardumes sobem os rios em direção às cabeceiras para a desova. O termo vem do tupi e significa literalmente “subida dos peixes”. Durante esse período, a pesca de espécies nativas é proibida em todo o Brasil.
Períodos de defeso por bacia hidrográfica
| Bacia / Região | Período de defeso | Órgão regulador |
|---|---|---|
| Bacia do Paraná (PR, SP, MS, MG, GO) | 1º de outubro a 28 de fevereiro | IBAMA / órgãos estaduais |
| Bacia do Paraguai (MS, MT) | 5 de novembro a 1º de março | IMASUL / IBAMA |
| Bacia Amazônica (AM, PA, AC, RO, AP, TO) | Novembro a março (varia por espécie) | IPAAM / IBAMA |
| Bacia do São Francisco (MG, BA, PE, AL, SE) | Outubro a fevereiro | IBAMA |
| Minas Gerais (bacias diversas) | Novembro a fevereiro | IEF / SISEMA |
| São Paulo (bacias diversas) | Outubro a fevereiro | Instituto de Pesca / SP |
Os períodos de defeso são definidos por portaria e podem ser alterados anualmente. Sempre consulte o IBAMA e o órgão ambiental do seu estado para confirmar as datas exatas do defeso antes de planejar uma pescaria, especialmente no início da temporada de novembro.
O que é permitido durante a piracema
- ✅Pesca de espécies exóticas (tilápia, carpa, black-bass, bagre-africano) — sem restrição de cota na maioria dos estados
- ✅Pesca de espécies alóctones (nativas de outra bacia) — verificar normas estaduais
- ✅Pesca em pesque-pagues devidamente licenciados com peixes de cultivo
- 🚫Pesca de qualquer espécie nativa da bacia hidrográfica local
- 🚫Transporte de espécies nativas — mesmo que pescadas legalmente antes do defeso
- 🚫Pesca nas áreas de reserva permanente (200m ao redor de barragens, cachoeiras e nascentes)
🗺️ Regras específicas por região
A pesca no Brasil tem características muito distintas por região. Veja um resumo das particularidades mais importantes:
🌿 Amazônia (AM, PA, AC, RO, AP, TO)
A maior biodiversidade aquática do planeta com mais de 3.000 espécies catalogadas. O tucunaré é o principal alvo da pesca esportiva, com Barcelos/AM sendo considerada a capital mundial da pesca de tucunaré. O pirarucu só pode ser pescado em áreas de manejo comunitário autorizadas. O tambaqui tem um dos defesos mais longos: outubro a março no Amazonas.
Leia também no CompraExpert:
Melhores Barracas de Camping Custo-Benefício em 2026: 10 Modelos Resistentes à Chuva →🌊 Pantanal (MS, MT)
Mato Grosso do Sul é o estado mais regulamentado do Brasil em termos de pesca. A cota é extremamente restrita: apenas 1 exemplar de espécie nativa + 5 piranhas por pescador por dia. O dourado está proibido por lei estadual. Durante a piracema (novembro a março), apenas exóticas — sem cota. A Polícia Militar Ambiental realiza a Operação Piracema Georreferenciada com fiscalização intensa.
🏙️ Sudeste (SP, MG, RJ, ES)
São Paulo tem uma das redes de pesqueiros mais diversificadas, com grandes represas (Ilha Solteira, Porto Primavera, Jurumirim). O pacu é o peixe mais pescado nas represas paulistas. Em Minas Gerais, o defeso vai de novembro a fevereiro, com cota de 10 kg + 1 exemplar após o período. Atenção: na Bacia do Rio Doce, a pesca de espécies autóctones está proibida por portaria do IEF desde 2015 (desastre de Mariana).
🌊 Litoral (costa atlântica)
A pesca marinha tem cota maior (15 kg + 1 exemplar) e segue calendário próprio de defeso por espécie. A lagosta tem defeso de novembro a abril no Nordeste. O robalo e o dourado marinho têm restrições específicas. Diversas espécies de tubarão têm captura proibida ou altamente restrita pela legislação federal.
🚗 Regras de transporte do pescado
Muitos pescadores cometem infrações no transporte sem saber. Estas são as regras fundamentais:
- 📦Quantidade máxima: respeitar a cota permitida (10 kg + 1 exemplar para águas continentais; 15 kg para águas marinhas). Qualquer excedente é infração.
- 📏Tamanho mínimo: transportar peixes abaixo do tamanho mínimo é proibido, mesmo que a captura tenha sido acidental.
- 🪪Documentação: carregar a licença de pesca durante todo o transporte do pescado. A fiscalização pode abordar o veículo em qualquer ponto da viagem.
- 🧊Conservação: o pescado deve ser transportado em recipiente com gelo ou refrigerado. Transportar peixe em más condições sanitárias também é infração.
- 🚫Durante a piracema: mesmo que o peixe tenha sido pescado legalmente antes do defeso, o transporte de espécies nativas durante o período de piracema é proibido em vários estados.
- 📋Peixes de piscicultura: peixes oriundos de piscicultura ou pesque-pague devem ser acompanhados de nota fiscal do estabelecimento para não serem confundidos com pesca ilegal.
A Polícia Militar Ambiental e o IBAMA podem abordar veículos em rodovias, postos de fiscalização e até em residências para verificar a origem e a quantidade do pescado. Sempre transporte o peixe dentro das cotas legais e com a documentação em ordem.
⚠️ Infrações e punições
A Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/1998) é clara e severa. Veja as principais infrações e suas consequências:
| Infração | Pena |
|---|---|
| Pescar em período de defeso | Detenção de 1 a 3 anos ou multa |
| Pescar espécie proibida ou ameaçada | Detenção de 1 a 3 anos ou multa |
| Pescar acima da cota permitida | Detenção de 1 a 3 anos ou multa |
| Transportar peixe abaixo do tamanho mínimo | Detenção de 1 a 3 anos ou multa |
| Usar métodos proibidos (rede, explosivo, veneno) | Detenção de 1 a 3 anos ou multa agravada |
| Pescar sem licença (quando obrigatória) | Multa administrativa |
| Comercializar pescado da pesca amadora | Multa e apreensão do produto |
Além da pena criminal, as multas administrativas do IBAMA são calculadas por quilograma de pescado ilegal ou por exemplar de espécie proibida. Um único peixe pintado abaixo do tamanho mínimo pode gerar multa de centenas de reais. Equipamentos utilizados na infração também podem ser apreendidos.
❓ Perguntas frequentes sobre pesca legal no Brasil
✅ Conclusão
Pescar no Brasil é um privilégio. Somos um dos países com maior biodiversidade aquática do mundo — e manter esse patrimônio depende diretamente do respeito às regras por parte de cada pescador. Conhecer a legislação não é apenas uma questão legal: é um ato de responsabilidade com as gerações futuras e com o próprio esporte.
As regras principais que todo pescador precisa conhecer são: ter a licença em dia, respeitar a cota (10 kg + 1 exemplar em rios), observar o tamanho mínimo de cada espécie, nunca pescar durante a piracema das espécies nativas e sempre transportar o pescado dentro das normas legais.
As regulamentações mudam frequentemente — sempre consulte o IBAMA (ibama.gov.br) e o órgão ambiental do seu estado antes de planejar sua próxima pescaria. Boa pesca e bom pesque-e-solte!
Confira também nossos comparativos de equipamentos: Melhores Iscas Artificiais para Tucunaré, Melhores Molinetes Custo-Benefício e Melhores Barracas de Camping 2026.

Thiago Eterno é Administrador, pai de família e entusiasta dos universos de pesca, cozinha e mundo pet. Atua como criador de conteúdo especializado em reviews, comparativos e guias de compra, com foco em ajudar o consumidor a fazer escolhas mais inteligentes.
Seus conteúdos são baseados em análise de mercado, avaliação de desempenho e busca constante pelo melhor custo-benefício, sempre priorizando recomendações claras, objetivas e confiáveis para o dia a dia.
